sexta-feira, 24 de abril de 2026

Como reconhecer um Airpods fake? É mais fácil do que você imagina

Esqueça o som. Você não vai descobrir que um airpods é fake por causa do som. Hoje em dia existem fones fantásticos custando uma mixaria.. A caixa nem sempre vai ajudar, porque o vendedor pode estar tentando empurrar um Airpods de segunda mão e vai dizer que não tem mais a caixa. O que vai ser decisivo para você saber se um Airpods é original é simplesmente o pareamento dinâmico. Mas o que é isso? Ora, é a capacidade do Airpods se conectar ao mesmo tempo com mais de um aparelho da Apple. Isso acontece através do sinal do bluetooth e da conta iCloud. Por isso é o tipo de coisa que acontece somente com Airpods originais. Hoje em dia existem fones bem em conta, como os QCY que se conectam com dois aparelhos ao mesmo tempo. Mas é algo do tipo toca música em um aparelho e você pode atender a ligação de um celular - os dois conectados. O pareamento dinâmico é, como o nome da função diz, é um pareamento com dois ou mais aparelhos da Apple que transfere a conexão exatamente para o aparelho que você estiver usando na hora. Parece um pouco com mágica, e é bem legal. E você não vai ver um fone fake fazendo isso.
Esqueça pensar em identificar a originalidade pelo pop-up de conexão. Todos vão mostrar aquela imagem nos ajustes. E pior: se você pensar em testar o número de série de um Airpods no seu iPhone vai sempre indicar que é original. É preciso testar isso em um computador, com o navegador. Na imagem abaixo você vê o número de série H2KHW5L71059, que é de um Airpods fake, testado em um MacMini M4 e em um iPhone 17 pro max.
O que acontece é que no Iphone ao colocar o número de série no Safari no site de suporte da Apple, após apertar enter, o iPhone abre o app do suporte. E o app - não sei por que - é enganado porque recupera os dados originais do número de série. No Safari, o site de suporte recupera os dados atuais do número de série, que já deixou de ser ativo de um Airpods original. Então quando você for comprar um Airpods e estiver na dúvida sobre sua originalidade, teste com dois aparelhos da Apple (dois iphones, dois ipads, um iphone e um ipad, um mac, etc) sendo que os dois devem estar logados com a sua conta.
Tem um outro meio que vai ajudar bastante: testar o rastreamento de cabeça. Mas isso vai demandar que você coloque o fone e o configure para o seu formato de cabeça. O som, então, vai ter origem sempre da direção de onde o iphone ou ipad estiver tocando. Você vai virar a cabeça de um lado para o outro e o som vai continuar vindo do mesmo lugar. O problema de testar o rastreamento de cabeça é ter a certeza de que está realmente ouvindo este efeito e não se deixar levar pela empolgação de - por exemplo - estar comprando seu primeiro Airpods. Já vi casos de pessoas que juram que o aparelho tem cancelamento de ruído somente porque o fone faz um bip indicando o acionamento (fake) da função. Fica de olho!

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Impressões sobre um controverso lançamento da Apple em 2025: o Iphone Air

Em primeiro lugar, o nome é iPhone Air, e não iPhone 17 Air. É somente Air porque nunca existiu outro iPhone Air para este ser o de número 17. Chamá-lo de iPhone 17 Air só cria confusão com o iPhone 17e. 

Peguei um Air e um 17 Pro Max e estou usando os dois diariamente para poder ter uma impressão clara do que de fato é este aparelho considerado pela Apple o mais durável iPhone já feito.

Vamos às impressões.

iPhone Air ao lado de um iPod Touch



Câmeras:


É preciso quebrar alguns paradigmas quando o assunto são câmeras em celulares. A linha pro max não é uma ferramenta para fotógrafos. É um celular que atende pessoas que gostam de fazer fotos. Quem trabalha com fotografia precisa de câmeras profissionais. 

Câmeras para finalidade profissional custam de 5 a mais de 10 mil reais. São câmeras como a Cannon EOS, R8 e etc. Equipamentos utilizados por pessoas que tem iPhones ou Galaxies da linha S que poderiam estar tentando usar seus celulares para fotos e vídeos profissionais a fim de maximizar seus lucros evitando gastar 30, 40 mil com câmeras (não dá para trabalhar com vídeo com uma câmera só). E por que não o fazem?


Eu acho que esta é uma opção profissional de verdade



Porque as câmeras de celulares top de linha podem ser surpreendentes para leigos e até mesmo de alguma forma para profissionais de foto e vídeo, mas dentro de um contexto do tipo “uau, um celular consegue fazer isso”. 

A velocidade de troca de câmeras da linha pro max - por exemplo - está abaixo do necessário para quem faz fotos profissionalmente. Até mesmo para quem não faz fotos profissionalmente.

É muito comum um pro max ficar trocando de objetiva diversas vezes na tentativa de fazer uma foto de perto. Algumas vezes o Air se mostrou muito mais rápido e decidido para fazer fotos assim. E se engana que o Air não faz fotos macro. Faz sim. Basta usar o zoom 2.

Em resumo, sobre câmeras, não é que o uso de um jogo de três câmeras seja ruim ou errado. É preciso entender que sua adoção tem bastante a ver com marketing além de técnica, e que a sua presença em um aparelho não é essencial por um motivo profissional. 


Uma câmera é o bastante? Creio que sim. Sim, é!



Conectividade:


Este é mais um ponto no qual o Air se destaca. Com os chip N1 para redes sem fio e o chip CX1 para redes celulares o Air consegue ser mais competente que o 17 pro max quando o assunto é velocidade de conexão com a internet. 

Como o Air é mais fino e tem uma predisposição maior para aquecer, a Apple caprichou no hardware para garantir  sua velocidade de conexão sem possíveis perdas que pudessem ser causadas por aquecimento.

Usando os dois celulares no dia a dia, fica claro que o sinal de 5G no Air está sempre melhor que no 17 pro max. Daí vem a pergunta: o que você usa mais no seu iPhone, as câmeras ou a conectividade?


Bateria:


Este é um ponto muito polêmico sobre o Air. E também é outro paradigma a ser quebrado. O Air tem  autonomia maior do que o 16 pro tinha quando lançado. Em 2024 a autonomia do 16 pro não era motivo de críticas. Tudo bem que todo mundo espera evolução tecnológica, mas a questão aqui é de comportamento. Daqui a dois anos, por exemplo, o que as pessoas vão exigir da bateria de um iPhone? E por que essa referência ao nível de bateria é algo importante?


Para responder a essa pergunta é preciso avaliar como as pessoas usam seus smartphones e de que realmente precisam.


Sim, a bateria magsafe do Air
o recarrega até 100%



A maioria das pessoas usa seus iPhones ao longo do dia para dois grandes grupos de atividade: trabalho e vida pessoal, e em muitos casos esses dois grupos de atividade se entrelaçam. Ou seja, as pessoas usam seus iPhones para atividades pessoais ao mesmo tempo em que se encontram no trabalho.


Acontece que tanto na vida pessoal quanto no trabalho, a grande maioria das pessoas não usa o celular o tempo todo. Ao longo do dia, os aparelhos passam por muitos intervalos sem serem usados. Durante esses momentos, os iPhones poderiam receber carga com cabo ou mesmo por indução, prolongando a autonomia.


E por que isso seria melhor do que deixar para carregar o celular somente no final do dia?


Vamos imaginar que ao sair do trabalho a pessoa pega seu carro ou outra condução qualquer e se dirige para casa. Imaginemos então que ocorra um acidente de qualquer tipo nesse momento e a pessoa precise passar 40 minutos falando com robôs da corretora de seguro até que consiga um atendimento de pessoas de verdade no telefone. Nesse momento, o celular chegou a 5% por causa do uso intenso de internet e ligação normal de telefone, e quando o guincho está chegando, a bateria acaba.


Não existe uma justificativa plausível para o usuário de um iPhone, tendo vários meios de manter a bateria em um bom nível de autonomia para que tenha o aparelho operacional por mais tempo, decida por não fazê-lo.

O nosso dia a dia não deveria ser uma extensão de um review sobre aparelhos de celular. Não estamos dentro de uma disputa sobre autonomia ou câmeras ou alto falantes. Esses aparelhos devem nos servir, e não nós virarmos torcida organizada de especificações técnicas. Para mim, como ser humano que leva uma vida normal, é melhor que meu celular tenha 90% de sua bateria no final do dia após eu deixá-lo na tomada enquanto fazia meu trabalho na frente do computador. Com 90% da bateria no meu itinerário para casa eu me sinto mais seguro do que se ele estivesse com 50%.


O engraçado disso é quo o usuário que defende ter três câmeras mesmo se eu não usá-las todos os dias exige uma bateria de grande autonomia e carga rápida para não usar a carga rápida ao longo dia dia. Eu somente vou usar a carga rápida se eu conectar meu iPhone na fonte várias vezes por dia. E - veja só - usando a carga rápida meu iPhone vai ter uma autonomia muito maior. É a mesma filosofia do estojo dos Airpods.


No final das contas, não existe um smartphone que seja perfeito para todo mundo. 


Jogos


Este é um dos pontos mais dispensáveis a meu ponto de vista. Para começar a falar sobre isso eu preciso deixar claro que discordo plenamente da filosofia “canivete suíço”. Realmente não gosto da ideia de que meu celular precise ser um aparelho com múltiplas funções.  Isso porque eu sou honesto o suficiente para afirmar que ele não vai ser bom para tudo. Venho experimentando praticamente todos os aparelhos móbile dos anos 90 até hoje. Dos palmtops e PDAs até os mais tops dos smartphones top de linha passando pelos steamdecks e UMPCs. Eu digo: nunca tive um aparelho que pudesse considerar perfeito para todas as finalidades a que se propusesse. Os smartphones top de linha estão nessa lista de produtos capengas.


Qualquer smartphone perde para a jogabilidade de um PS Vita, por exemplo. A questão  é que os consoles de game não tiveram o mesmo boom dos smartphones. Mas com iPhones os jogos não tem os mesmos níveis de sofisticação de jogabilidade que nos consoles. E o resultado disso foi o nivelamento para baixo. Os gamers mais experientes sabem do que estou falando. Os combos de ações foram sendo simplificados para a realidade das telas touch. O resultado disso? Queda no nível de desafio.  


Isso serve para jogar com um
nível de desafio decente


Ora, o que explicaria os jogos de maior sucesso nos smartphones serem os mais simples?  Jogos de dar uma batidinha na tela para que uma criatura pule de plataformas flutuantes para outras, para que um passarinho bata as asas mais forte ou um passar de dedo para acionar um estilingue.

Eu sei, eu sei, esses são jogos simples, mas os complexos se tornaram mais simples para poderem ser jogados nos celulares. Daí chega a hora que alguém diz que existem acessórios para reproduzir os múltiplos botoes para consoles, mas quem compra isso? Quantas pessoas de seu círculo social usam isso? Olhe nos sites de compras e vendas quantos snaps de game do Moto Z você encontra disponíveis. Não tem, exatamente porque quase ninguém comprou.

Eu não sou um gamer, mas tive meus momentos, e quando tentei jogar com celular desisti. De vez em quando compro um PS Vita e jogo um pouco só para manter a convicção de que celulares não são as melhores plataformas para isso.  

Então afirmar que um smartphone esquenta demais em longas sessões de jogos, para mim, é um argumento vazio.  Procure outra plataforma, em primeiro lugar. O iPhone Air não é nem nunca vai ser o primeiro gadget a não ser considerado um canivete suíço perfeito porque não seria a plataforma perfeita para games. Procure o aparelho certo para isso.


Encerrando


Elegante, eficiente e robusto



O iPhone Air é um ótimo aparelho para quem não se deslumbra com a filosofia de canivete suíço. O grande destaque do Air é a sua usabilidade. É um iPhone poderoso e extremamente confortável de usar. É lindo e dá gosto de usá-lo. Você vai ver no YouTube centenas de vídeos em que pessoas se justificam sobre a decisão de usar o iPhone Air sem capinha e nem película. Eu mesmo acho o fim do mundo usar película com bordas pretas em qualquer celular e no Air em especial. As pessoas querem deixar seus Air sem capinhas porque fica mais prático de admirá-lo. Sim, porque este iPhone não foi feito apenas para ser usado, mas também para ser olhado.  

A Apple fez do Air um clássico imediato.  Não é preciso muito tempo para que este aparelho ganhe status de referência. Isso aconteceu no seu lançamento. Vendas? Não importa. O aparelho não vendeu bem mas não foi um fracasso. A Apple não cometeu erro algum com seu projeto e seu posicionamento. O mercado de smartphones é que convive com a ambiguidade do status e da lógica. Se você for lógico, vai entender que o Air é um aparelho que atende todas as suas necessidades. Se suas decisões são influenciadas fortemente pelo status, vai dizer como uma pessoa que me respondeu em uma thread no YouTube que é melhor ter as três câmeras e usar de vez em quando do que não ter e precisar. Eu respondi: assim como um caminhão baú?

Quem não vai precisar de um caminhão baú em algum momento da sua vida? Quantas pessoas compram um caminhão baú para deixarem guardado e se vangloriarem dessa decisão? 


domingo, 12 de abril de 2015

USB para todos os lados



O pendrive Dual USB Drive da Sandisk é uma baita mão na roda para quem usa muito smartphones e tablets que rodem Android. Você espeta ele direto nos aparelhos e enxerga imediatamente no gerenciador de arquivos a unidade USB disk.
A velocidade de transferência é bastante satisfatória e permite que se execute áudios e vídeos direto de dentro do pendrive, que tem 32GB. Assim o usuário não precisa necessariamente carregar os arquivos para os aparelhos para executar.
A parte ruim: pelo jeito só roda em Android. Testei no meu Lumia 920, rodando Windows Phone 8.1 na última versão. Instalei uma penca de aplicativos de gerenciamento de arquivos e nenhum deles reconheceu o Dual USB Drive. Mas como daqui a pouco todos o smartphones e tablets que rodam Windows 8.1 vão atualizar para o Windows 10, e ele será uma versão completa x86 (como do computador), então isso provavelmente será resolvido.
No iPhone, então, nem sei dizer, pois o microUSB não é o padrão de interface da linha.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Rabiscos digitais




Pois bem, na linha de ideias simples na área digital, estou experimentando um outro gadget conhecido como "notetaker". O bagulhinho é simples, é um scanner conectado via infravermelho e (acho) bluetooth a uma caneta. Você posiciona o scanner no topo da página e escreve as suas anotações, a ata de uma reunião, ideias, rabiscos ao telefone, etc. cada página que muda requer um apertar de um botão. Depois você carrega todas as páginas anotadas via USB de seu computador.
O aparelho ainda funciona como mouse e como uma prancheta digitalizadora.
O preço varia de R$ 180 a R$ 240.
Pode ser um brinquedinho divertido (e caro) ou uma ferramenta de trabalho eficiente capaz de te salvar de muita dor de cabeça (e isso não tem preço).

Ideia simples e útil



Você tem um smartphone, um tablet e um notebook. Todos usam wifi e 2 usam 3G.
Você quer ter internet móvel (on the road) para os 3, mas não quer pagar 3 pacotes de dados.
Você pode usar aplicativos para o smartphone ou o tablet, roteando o sinal em wifi para os outros, ou pode, ainda, usar um gadgetzinho para isso.
Peguei um modenzinho roteador de 3G da Huawei e estou curtindo bastante. Com ele to usando meu tablet Benq S6 (linux), meu notebook e meu smartphone com liberdade, todos em wifi e com o sinalzinho roteado pelo Huawei. É prático. Tem grandes vantagens sobre a utilização de um aplicativo para rotear? Não sei.
No meu caso, uso um HTC Touch Pro 2, que com o Windows Mobile 6.5 posso usar uns aplicativos que não estão disponíveis no Android e nem no iOS. O tablet é Linux (Midunix) e desconheço aplicativo com a finalidade de roteador (ele tem entrada para o chip SIM) e o note não recebe o SIM.
Nesse sentido, o mini roteador 3G wifi bate um bolão.
Uma invençãozinha simples que faz com que vc não precise comprar celulares e tablets novos, ou mais caros.
Quando é que vamos patentear invençõeszinhas simples assim?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Novos tablets no mercado

Pois bem, a Vivo está lançando agora o tablet ZTE V9, formando sua fila de tablets com o Samsung Galaxy Tab e o Motorola Xoom.
O V9 roda o Android 2.1, o GTab trabalha com o Froyo (Android 2.2) e o Xoom tem o Android 3.0.
No sábado vou fuçar o V9 e o Xoom. O GTab já é arroz de festa.

O V9 a Vivo quer tratar dentro de uma campanha "Meu primeiro tablet", devido ao seu hardware mais simples, que permite um preço mais acessível. Ele tem uma CPU de 600mHz, 512MB de memória interna mas aceita microSD de até 32GB. Rodando o Eclair ele tem algumas limitações em comparação com o Froyo (como não poder rodar aplicativos direto no microSD, se não me engano). Mas é preciso ver como o V9 vai se comportar com relação à atualização do Android, já que o 2.3 já saiu há um tempinho e o 3.0 já está aí no mercado.

Depois que der uma olhada, escrevo mais sobre os aparelhos.

Os tablets ocupam seu espaço no mercado

Pois bem, os tablets estão ocupando um espaço que há muito tempo já devia ter sido ocupado por outros aparelhos. Isso porque durante muito tempo a indústria seguiu o caminho do MAIS FORTE, MAIS RÁPIDO, MAIS POTENTE e MAIS CAPAZ. Cada lançamento mostrava um produto que tinha robustez suficiente para fazer muito MAIS COISAS QUE OS USUÁRIOS iriam fazer.
Ou seja, as pessoas compravam BMWs para entregar PIZZAS.
Hoje, o mercado parece ter se adequado às necessidades reais dos usuários.

E os usuários parecem estar, de certa forma, admitindo que usam seus computadores para coisas básicas, deixando de escolher computadores com hardware que nunca iriam usar.

E os tablets são exatamente isso. Eles permitem que as pessoas usem internet, joguem uns joguinhos e vejam documentos do Office usando aparelhos bonitos e atraentes.
Digo isso porque por mais que um tablet possa parecer uma baita máquina, poderosa, etc, eles são cheios de limitações. A própria tela capacitiva é uma delas. Experimente fazer um trabalho pesado de edição de texto, de imagem, trabalhar com planilhas em um tablet. Cansa mais do que usando um computador com mouse e teclado.

Há alguns anos as pessoas poderiam ter adotado os PDAs para fazer isso que os tablets fazem hoje, mas isso não aconteceu em escala tão grande. E, para falar a verdade, os tablets de hoje poderiam receber esse bom e velho apelido: PDAs.